Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Leila Paiva, quem costuma fazer denúncia de abuso sexual são pessoas das camadas mais pobres.
“A violência sexual não é uma violência de classe. Mas a violência que chega à esfera pública é uma violência de classe”, explica Leila, que também é responsável pelo serviço Disque 100, que recebe denúncias de violências contra crianças e adolescentes. “As classes A e B também têm vítimas, mas não denunciam”, destaca a coordenadora.
Acho que esse tema merece muita atenção, reflexão e atitude. A matéria completa está na Agência Brasil:
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/02/04/materia.2010-02-04.2610717689/view
Abuso sexual se agrava por omissão familiar e precariedade de redes de proteção
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/02/04/materia.2010-02-04.5911255909/view
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
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